quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Barbie na Moda - Damas


DAMAS
ESTILO ANOS 1900 - 1910

O final do século XIX e o princípio do século XX, até o início da I Guerra Mundial (1914 - 1918) foi um momento de grande requinte e sofisticação. Não foi à toa denominado de "La Belle Époque" (A Bela Época).

Na Belle Époque da primeira década do século XX e do início da década de 1910 já se notava diferenças da austera Belle Époque do final do século XIX. As mulheres agora, apesar das roupas longas, já estavam usando duas peças, ou seja, o casaco e a saia, denominada em francês de "tailleur". Em hipótese alguma a aparência feminina estava masculinizada, uma vez que duas peças identificavam o universo das roupas masculinas, mas sim, eram sofisticadamente femininas. A cintura era muito marcada - algumas chegavam a operar para serrar a costela flutuante para caberem em seus afuniladíssimos espartilhos, que estabeleciam um padrão de beleza cuja cintura deveria ter em torno de 40 centímetros de circunferência. As saias tinham o formato sino que antes de abrir na borda, afunilavam a altura das panturrilhas. Nas mãos usavam delicadas bolsinhas de alça na qual levavam seus sais caso desmaiassem e precisassem de um estimulante olfativo para voltar à normalidade e, na cabeça, penteavam-se em coques fofos encimados por enormes chapéus adornados com flores e plumas. 

Não mediam esforços para estar dentro dos padrões estéticos vigentes à época. Tudo pela moda!   

Barbie acompanha as novas tendências no início do século XX: ela se libertou do espartilho, eventualmente mostra o tornozelo, e pode passear pelos parques com maior independência. Seu traje, de duas peças, está elegantemente combinado com o largo chapéu adornado com plumas e flores.
Nome: Passeio no Parque

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Barbie na Moda - Vitorianas


VITORIANAS
SÉCULO XIX

O século XIX foi de grande luxo devido ao dinheiro advindo da revolução Industrial. Desta forma, surgiu uma nova burguesia ávida a se comparar com o prestígio da aristocracia e especialmente com o da nobreza.

No final da década de 1850, através de um inglês chamado Charles Frederick Worth, radicado em Paris, surgiu o conceito da "costura", posteriormente denominada "alta costura". Tratava-se de uma roupa assinada na qual prevalecia o gosto do criador e não o da cliente e também as ideias de coleção por estação. Estava aí sendo criada a sofisticação externa da moda através de peças únicas assinadas e elaboradas para uma clientela privilegiada.

Os volumes das roupas eram enormes, adquiridos através de armações de aros concêntricos de arame chamados "armação gaiola" que davam à parte de baixo dos vestidos uma grande circunferência na qual o corpo da mulher se tornava inatingível como reflexo do distanciamento que deveria haver entre as classes sociais. Quanto maior a roda de saia, feita de um tecido à base de crina de cavalo (crinolina), maior era o prestígio sócio-financeiro não só da portadora como do seu pai ou de seu marido, estes em austeros costumes escuros e cartola.

A cintura marcada feminina estava cada vez mais evidente, valorizada especialmente pelo volume da saia. Esta foi a identidade maior deste primeiro momento da chamada "Moda Vitoriana".   

Barbie está impressionante enquanto recriação da determinada Scarlett O' Hara e do vestido usado no início do épico "E o vento levou". Ela traja um lindo vestido com armação gaiola, típico da primeira fase da Era Vitoriana. Nesta época, quanto maior o vestido, maior o status social da mulher, em meados do Século XIX.
Nome: Scarlett O' Hara    

domingo, 23 de outubro de 2011

Esmalte Craquelado

Estava navegando na internet, quando encontrei notícias em blogs e sites de moda sobre a nova tendência do momento, o esmalte craquelado. Este tipo de esmalte, adotado por celebridades como Katy Perry e Willow Smith, está ganhando cada vez mais a preferência das mulheres. 


Conheçam algumas marcas existentes no mercado.





COMO APLICAR O ESMALTE CRAQUELADO 

Apesar de parecer um tanto complicado devido ao efeito final, o esmalte craquelado é facílimo de ser utilizado. Ele literalmente racha na unha alguns minutos após a aplicação, dando aquela textura craquelada.

Para aplicar o esmalte, comece pintando a unha normalmente com a cor de sua preferência. O ideal é utilizar uma cor forte, que contraste com a do esmalte craquelado.

Após a aplicação, deixe o esmalte secar completamente. Em seguida, aplique o esmalte craquelado como qualquer outro. Então, é só esperar alguns minutos para o efeito aparecer. Se quiser, depois disso aplique um esmalte extra-brilho por cima. Ele irá ajudar a proteger e dar brilho a textura. 
Resultado final.

Aviso: Na última quinta feira dia 20/10/2011 não foi possível postar Barbie na Moda período Vitorianas, aguardem nova postagem terça feira dia 25/10/2011. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Barbie na Moda - Barrocas


BARROCAS
SÉCULO XVIII

Luís XIV, o grande rei francês do período do Barroco trouxe para a França a identidade de ser um país relacionado ao requinte, ao luxo e à opulência. Os reinados seguintes, ou seja, de Luís XV e Luís XVI, agora período do Rococó, continuavam com a prática de sofisticação e glamour estabelecidos pelo Rei Sol que os antecedeu. Só que agora, com muito mais excessos e refinamentos de corte, comparados ao período anterior.

Em tudo era evidente o “horror ao vazio” que fez parte do padrão estético deste momento. Portanto, na arquitetura, na decoração e também na moda os excessos aparentes eram de fato a referência. A roupa masculina era sofisticada, bordada em fios de seda, ouro ou prata e a feminina não era tão diferente em ornamentos, diferenciando especialmente pelos enormes volumes das saias com estruturas amarradas às ancas feitas de vime para aumentar a lateral das roupas e sobressaias ornadas de lacinhos, rendinhas, fitinhas e babadinhos, assim como nos corpetes que terminavam em significativos adornos na altura do cotovelo.

Sobre a cabeça, enormes penteados eram elaborados com elementos dos mais bizarros como flores, borboletas, ovelhas, pastores, moinhos, caravelas e outras coisas mais, além de empoarem esses cabelos e penteados com farinha de trigo, pois a grande moda era ter cabelos brancos.


Carregando um par de rosas de porcelana, Barbie torna-se o retrato da realeza como Maria Antonieta, princesa austríaca que se tornou rainha da França quando seu esposo foi coroado Rei Luís XVI no século XVIII. Ela traja um extravagante vestido azul com dobras, laços e rendas, próprios do estilo Rococó. Seu colar de diamantes ficou famoso por desencadear a Revolução Francesa.
Nome: Maria Antonieta

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Barbie na Moda - Renascentista

RENASCENTISTA
SÉCULOS XV e XVI


Neste momento de sucessão ao gótico, houve uma revalorização das questões humanas da antiguidade, daí o nome "Renascimento", gerando o pensamento antropocêntrico. As artes, a arquitetura e outras formas artísticas lembravam a antiguidade clássica grego-romana.

As roupas propriamente ditas, femininas ou masculinas, não recuperaram as formas predominantes daquelas culturas, mas, em compensação, voltaram de outra forma a valorizar o corpo feminino em decotes e cinturas mais marcantes através do corpete, que aparece neste momento na moda. A parte inferior das roupas era compostas em saias armadas de luxuosos tecidos e a totalidade da roupa era chamada de "vestido vertugado". Neste período houve um grande avanço na área têxtil e veludos. Rendas e tecidos elaborados com fios de ouro ou prata deixavam a identidade de requinte, opulência e poder material ao portador. Como se não bastasse, estas roupas eram ainda bordadas com pedras preciosas e pérolas.

Não há dúvida de que o luxo fez parte do comportamento das cortes européias e estas roupas eram tão valiosas que delas, ou seja, da palavra "vestimenta" surgiu a palavra "investimento", pois era comum colocar fogo nestas roupas para poder ter um montante de metal precioso retirado das cinzas da parte orgânica do tecido, sem esquecer das pedras preciosas e das pérolas.


Barbie presta homenagem ao clássico romance "Romeu & Julieta". Como a apaixonada Julieta, Barbie captura toda a riqueza dos costumes renascentistas. Ela traja um lindo vestido de cintura alta de veludo, com uma dramática cauda que cai de seus ombros e mangas bufantes no alto. 

Nome: Julieta

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Barbie na Moda - Medievais

MEDIEVAIS
SÉCULOS XI a XIV

Este momento da história foi marcado na Europa por um pensamento associado às questões religiosas cristãs que muito refletiu na produção cultural da época. Período das grandes catedrais góticas que deixavam o homem diminuto mediante a lembrança da grandeza divina.

Devido a este pensamento de caráter teocêntrico, as roupas femininas, principalmente, deixaram de ter o compromisso de sedução e tornaram-se bem austeras sem delinear as linhas do corpo e sem decotes que evidenciassem o colo. Tudo era velado através dos tecidos em longas roupas denominadas “hopalandas”, que eram caracterizadas especialmente pelas enormes mangas em sobras de tecido a partir do antebraço denominadas “mangas perdidas”.


Os cabelos eram sempre presos e orná-los com enormes adornos ou chapéus chamados “hennin” era o gosto predominante da época. Um padrão de beleza feminino muito curioso deste período era ter o ventre saliente para passar a ideia de posse material e lembrar a passagem bíblica da gravidez imaculada da Virgem Maria.


Inspirada nas lendas do Castelo de Camelot, Barbie personifica a companheira do valente Rei Arthur: a jovem rainha Guinevére. Ela está deslumbrante em seu longo vestido azul-claro de estilo medieval, bordado com fios de ouro. As longas mangas com forro dourado realçam seu modelo. Traje característico da Baixa Idade Média, século XII.
Nome: Guinevére

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Barbie na Moda - Clássicas Gregas


 
CLÁSSICAS

SÉCULO I a.C. –  GREGAS


Falar da cultura helênica é documentar um legado de grandes manifestações artísticas tanto na escultura quanto na arquitetura; é também lembrar de um pensamento no qual prevalecia a democracia e um profundo conceito filosófico que muito refletia  na estética e no ideal de beleza locais. Este cânone clássico de beleza nos deixou padrões ainda utilizados como referências na contemporaneidade.

Povo de pensamento objetivo e lógico que refletiu inclusive na forma de suas roupas e na maneira de como usá-las. Um simples retângulo de tecido era suficiente para elaborar o “kiton”, a típica roupa feminina que em grego quer dizer “túnica de linho”. Era preso nos ombros, normalmente com joias para as mais refinadas e pendia sobre o corpo até os pés em drapeados sofisticados evidenciando todo o padrão estético de beleza corpórea exigido pelos helênicos e, à cultura, era amarrado um cordão que favorecia o rico e elegante planejamento desta túnica.

Sandálias amarradas nas pernas e cabelos presos em chinós realçavam a beleza da mulher grega que muito servia de inspiração para serem eternizadas através da arte de esculpir o mármore.


Barbie como Afrodite, a Deusa da beleza nascida do mar, é uma rica inspiração: ela veste uma combinação de túnicas drapeadas, que caem aos seus pés. O suntuoso manto branco com motivos gregos define sua imponente silhueta. As túnicas gregas e os tecidos leves têm influenciado as últimas tendências de moda.
Nome: Afrodite